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📅 21/05/2026 às 05:03h

Leilão do Detran-SP tem Honda Civic mais barato que iPhone e Peugeot 206 a R$ 2.000

Como funcionam os leilões O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na segunda quinzena de maio. Os veículos, que foram recolhidos por infrações na região próxima a Franca (SP). O lote mais barato é por uma moto Sundow Web 100 de 2008, com lance inicial de R$ 900. Já o mais caro é um Volkswagen Golf 2.0 Sportline de 2012, com lances a partir de R$ 20 mil. ? Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O leilão acontece de forma virtual, entre os dias 21 e 27 de maio, mas os veículos estão em dois pátios. Um está na cidade de São Joaquim da Barra e outro em Sales Oliveira. Atenção às datas de lances públicos: Veículos conservados destinados à circulação: acontece no dia 21 de maio, das 10h às 18h; Sucata aproveitável e sucata com motor inservível: acontece no dia 25 de maio, das 10h às 18h; Sucata para reciclagem: acontece no dia 27 de maio, das 10h às 18h. Honda Civic LXS custa R$ 16.400, exatos R$ 2.099 mais em conta que um iPhone 17 Pro Max 2TB divulgação/Detran-SP Neste leilão, existem: ???? 175 veículos aptos a circular; ?? 147 sucatas com motor ainda podendo ser aproveitado; ???? 295 sucatas com motor condenado, mas podendo servir como peças sobressalentes para outros veículos; ?? 129 sucatas para fundição e reciclagem. Segundo o edital do leilão, um carro ou moto aptos a circular significa que eles podem retornar a andar em via pública, ficando o comprador responsável pelo registro do veículo perante o órgão ou entidade executiva de trânsito, com o pagamento das respectivas taxas. O Detran-SP não é responsável pelas peças e afirma que o comprador já está ciente da situação mecânica do veículo, não aceitando posteriores reclamações. Neste leilão, a Sundown Web 100, de 2008 é a moto mais barata, com lance mínimo de R$ 900. Já o carro mais em conta é um Peugeot 206 Selection de 2002, com lance partindo de R$ 2.000. Volkswagen Golf 2.0 de 2012, com lance mínimo de R$ 20.000 Divulgação/Detran-SP Veja outros destaques do leilão Chevrolet Onix 1.0 MT de 2015 Lance inicial: R$ 16.980,80 Fiat Siena Essence de 2016 Lance inicial: R$ 15.332,80 Chevrolet Astra de 2010 Lance inicial: R$ 13.596,80 Toyota Corolla XLI de 2007 Lance inicial: R$ 10.500 Volkswagen Saveiro de 2007 Lance inicial: R$ 9.500 Chevrolet Vectra GLS de 1999 Lance inicial: R$ 7.400 Honda NX-4 Falcon de 2008 Lance inicial: R$ 6.964 Citroën C3 Aircross de 2011 Lance Inicial: R$ 6.500 Ford Fiesta Edge de 2003 Lance inicial: R$ 5.960 Honda CG 160 Fan de 2018 Lance inicial: R$ 4.600 A avaliação estimada para cada veículo é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação da unidade. O lance mínimo é o valor de partida para as ofertas. Os leilões são abertos a todas as pessoas e empresas, mas são vedadas as participações de: Servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau; Leiloeiro, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; Proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho; Pessoas físicas e jurídicas impedidas de licitar e contratar com a administração, sancionadas com as penas previstas nos incisos III e IV do art. 156 da Lei federal n.º 14.133, de 2021 ou, ainda, no art. 7º da Lei federal n.º 10.520, de 17 de julho de 2002. Veja dicas para participar de leilões Leilão de veículos feito pelo Detran-SP divulgação/Governo de São Paulo Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão. Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos? Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados. Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata. “Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa. Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante. Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia. Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance. Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação. “Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (...) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista. Leilões particulares De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição. Simplificando o conceito: ????Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras ????Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados. Tipo de compra Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal. “Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes. Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes. Critérios para venda Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem: Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda; Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados; Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público. Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado. “Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta. Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”. Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir. Prudência e dinheiro no bolso De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão. “[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma. Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador. Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem. Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção. Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos. “Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina. É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo. “Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara. Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância. O que verificar: Documentação: incongruências jurídicas; Custos para regularização; Estado de conservação do carro; Custos para restauro; Condições de compra; Inspeção mecânica e de equipamentos. Assim, se você vai participar de um leilão pela primeira vez, atente-se para os seguintes passos. Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão; Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais; Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos; Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado; Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento. ?? LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo.

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📅 20/05/2026 às 13:00h

Crédito para taxistas e motoristas de app: veja os carros com juros menores no programa Move Brasil

Volkswagen Polo, Chevrolet Onix Plus, BYD Dolphin e Fiat Pulse podem entrar no programa Move arte/g1 O governo lançou, na última terça-feira (19), um programa federal chamado Move Aplicativos. A iniciativa permite que taxistas e motoristas de aplicativo financiem carros zero km pagando menos da metade dos juros normalmente cobrados no mercado. Os pedidos de financiamento só começam a ser aceitos a partir do dia 19 de junho, mas o g1 já reuniu os principais carros que podem se enquadrar no benefício. ? Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Antes de conferir a lista, é preciso que o carro atenda aos critérios abaixo: Custar até R$ 150 mil; Ser flex, elétrico ou híbrido flex (modelos híbridos apenas a gasolina não entram no programa); Ser zero km, já que o programa não contempla veículos usados; A montadora precisa estar habilitada no programa Mover. A seguir, veja a lista de hatches, sedãs e SUVs que se enquadram nesses critérios. Foram consideradas apenas as versões com preço abaixo do teto definido pelo programa: Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal Hatches BYD Dolphin BYD Dolphin Mini Chevrolet Onix Citroën C3 Citroën Aircross Fiat Argo Fiat Mobi Honda City Hatch Hyundai HB20 Peugeot 208 Renault Kwid Galerias Relacionadas Sedãs Chevrolet Onix Plus Fiat Cronos Honda City Sedan Hyundai HB20S Nissan Versa Volkswagen Virtus Galerias Relacionadas SUVs Chevrolet Spin Chevrolet Sonic Chevrolet Tracker Citroën Basalt Fiat Fastback Fiat Pulse Renault Duster Jeep Renegade Nissan Kait Volkswagen Nivus Renault Kardian Volkswagen T-Cross Honda WR-V Galerias Relacionadas Veja as principais mudanças trazidas pelo programa: O que é o programa? Quais são os juros do financiamento? Como posso participar? Quem pode participar? Como faço o cadastro? Tenho nome sujo, e agora? Como sei se fui aprovado? Como contrato o financiamento? O que é o programa? O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro. Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa. O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador. Voltar ao início. Quais são os juros do financiamento? Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, as taxas de juros devem ser de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, e o prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência. Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,4% ao ano em dezembro de 2025. Voltar ao início. Como posso participar? Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma. Não é possível juntar corridas de plataformas diferentes, como Uber e 99, por exemplo. No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar. Caso o interessado se enquadre nesses grupos, será necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Quem pode participar? O programa contempla motoristas de aplicativo de qualquer plataforma, como Uber, 99 e InDrive. Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal. Voltar ao início. Como faço o cadastro? Para participar, é necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Tenho nome sujo, e agora? Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras. Voltar ao início. Como sei se fui aprovado? A resposta ao cadastro será enviada pela plataforma gov.br em até cinco dias úteis. Voltar ao início. Como contrato o financiamento? A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início.

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📅 20/05/2026 às 00:00h

Quais carros posso escolher? Quais os juros? Tire dúvidas sobre novo crédito para taxistas e motoristas de app

Volkswagen Polo, Chevrolet Onix Plus e Dolphin GS podem entrar no programa Move arte/g1 Com o lançamento do programa Move Aplicativos, o governo federal criou uma nova linha de crédito para financiar carros destinados a motoristas de aplicativo e taxistas. A iniciativa reduz em mais da metade os juros cobrados em financiamentos tradicionais e amplia o prazo de pagamento dos veículos. O g1 reúne os principais pontos do programa, que passa a valer em todo o país a partir de 19 de junho. ? Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Veja as principais mudanças trazidas pelo programa: O que é o programa? Quais são os juros do financiamento? Como posso participar? Quem pode participar? Como faço o cadastro? Tenho nome sujo, e agora? Como sei se fui aprovado? Como contrato o financiamento? Quais veículos posso escolher? Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal O que é o programa? O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro. Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa. O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador. Voltar ao início. Quais são os juros do financiamento? Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, as taxas de juros devem ser de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, e o prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência. Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,4% ao ano em dezembro de 2025. Voltar ao início. Como posso participar? Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma. Não é possível juntar corridas de plataformas diferentes, como Uber e 99, por exemplo. No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar. Caso o interessado se enquadre nesses grupos, será necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Quem pode participar? O programa contempla motoristas de aplicativo de qualquer plataforma, como Uber, 99 e InDrive. Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal. Voltar ao início. Como faço o cadastro? Para participar, é necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Tenho nome sujo, e agora? Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras. Voltar ao início. Como sei se fui aprovado? A resposta ao cadastro será enviada pela plataforma gov.br em até cinco dias úteis. Voltar ao início. Como contrato o financiamento? A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Quais veículos posso escolher? O carro precisa custar até R$ 150 mil e ser classificado como sustentável, por ser flex, elétrico ou híbrido flex. Além disso, a montadora precisa estar habilitada no programa Mover. O g1 separou a seguir hatches, sedãs e SUVs que se encaixam nesses critérios. Foram consideradas as versões abaixo do teto estabelecido pelo programa. Hatches BYD Dolphin BYD Dolphin Mini Chevrolet Onix Citroën C3 Citroën Aircross Fiat Argo Fiat Mobi Honda City Hatch Hyundai HB20 Peugeot 208 Renault Kwid Galerias Relacionadas Sedãs Chevrolet Onix Plus Fiat Cronos Honda City Sedan Hyundai HB20S Nissan Versa Volkswagen Virtus Galerias Relacionadas SUVs Chevrolet Spin Chevrolet Sonic Chevrolet Tracker Citroën Basalt Fiat Fastback Fiat Pulse Renault Duster Jeep Renegade Nissan Kait Volkswagen Nivus Renault Kardian Volkswagen T-Cross Honda WR-V Galerias Relacionadas Voltar ao início.

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📅 19/05/2026 às 13:12h

Carrinho da Barbie e menos viagens: americanos precisam improvisar após disparada da gasolina nos EUA

Homem adapta carrinho da Barbie para reduzir custos com gasolina no EUA A resposta do faz-tudo Mali Hightower, de 30 anos, aos altos preços da gasolina nos Estados Unidos foi um carrinho elétrico da Barbie lançado em 2018 e encontrado no lixo. Morador da Geórgia (EUA), ele instalou um pequeno motor com capacidade para dois galões de gasolina e o pistão de uma lavadora de alta pressão em um Power Wheels Barbie Dream Camper rosa quebrado. Com um único puxão no cabo, semelhante ao de um cortador de grama, ele segue para o supermercado com os joelhos quase encostados nas orelhas e usando capacete de motociclista. Seu carro, um Mercedes-Benz conversível de 1996, custa cerca de US$ 90 (R$ 450,84) para ser abastecido. “É muito caro”, disse Hightower, que também instalou um suporte na parte superior do carrinho para transportar mantimentos. “Eu uso isso sempre que posso.” Mali Hightower adaptou um carro elétrico da Barbie de brinquedo para economizar com gasolina. Jayla Whitfield-Anderson/Reuters Em 18 de maio, o preço médio do galão de gasolina comum foi de US$ 4,52 (R$ 22,64), acima dos cerca de US$ 3 (R$ 15,03) registrados antes do início da guerra no Irã, segundo a Associação Automobilística Americana (AAA). Um galão americano equivale a aproximadamente 3,8 litros. A solução encontrada por Hightower pode ser incomum, mas o aumento no custo da gasolina tem mudado decisões cotidianas e inspirado alternativas criativas em todo o país. Tradicionalmente apaixonados por carros — especialmente SUVs e picapes, menos eficientes em consumo —, os americanos agora buscam alternativas como usar o transporte público ou permanecer mais perto de casa. Em uma pesquisa da Ipsos realizada em 28 de abril e publicada pelo Washington Post e pela ABC News, 44% dos americanos disseram ter reduzido o número de viagens de carro. Alguns estão encontrando oportunidades em meio à crise. Depois de gastar quase US$ 40 (R$ 200,37) a mais do que o habitual para abastecer seu Buick Enclave, Renee Tocci, diretora executiva do Camp Farley, em Massachusetts, teve a ideia de lançar um acampamento noturno como forma de reduzir custos para pais que gastam muito levando os filhos de um lado para outro durante o verão. “Meu colega disse: ‘Isso é hilário’”, contou Tocci. “E eu pensei: ‘Sério, vou colocar isso nas redes sociais’.” Ela passou a mencionar os custos do combustível em publicações e e-mails de marketing para atrair mais inscritos. “Aqui vai uma dica de economia sobre a qual ninguém fala: mande seus filhos para um acampamento noturno”, diz uma das publicações. 'Todos os estilos de vida' A criadora de conteúdo Dafne Flores viaja várias vezes ao ano de sua casa, em Silverdale (Washington), para Los Angeles para visitar amigos. Durante a estadia mais recente, de dois meses, ela deixou o carro estacionado em Glendale e passou a usar o transporte público para se locomover. “Estamos acostumados a preços altos da gasolina, mas nunca tão altos”, disse Flores, de 28 anos. Abastecer seu Toyota Highlander agora custa pelo menos US$ 95 (R$ 475,88). Por isso, ela evita viagens de carro superiores a oito quilômetros e postos próximos a rodovias, onde já viu preços perto de US$ 9 (R$ 45,08) por galão. No ônibus, ela consegue editar vídeos e evitar gastos com estacionamento. Flores afirma que mais americanos da mesma faixa etária têm compartilhado escolhas semelhantes nas redes sociais. “Tenho visto muitos vídeos de pessoas usando o ônibus.” A tendência é percebida em todo o país. No Maine, o número de passageiros do sistema público de ônibus de Bangor aumentou 21% desde janeiro, segundo a administradora de trânsito Laurie Linscott. A maior parte do crescimento ocorreu nos horários de pico. “Comecei a observar os passageiros e a tentar identificar algum perfil demográfico”, disse Linscott. “Eram pessoas de todos os estilos de vida.” Gasolina como brinde Recentemente, motoristas esperaram mais de uma hora em um posto de gasolina da Califórnia, onde a agência de turismo Visit Las Vegas oferecia até US$ 100 (R$ 500,93) em combustível aos primeiros 100 clientes da fila para incentivar viagens à cidade. Mas poucos dos que compareceram pensavam em viajar nas férias. Robert Jackson, de El Segundo, disse que o combustível duraria apenas alguns dias. “Agora tenho que caminhar e pegar o trem”, afirmou. “É difícil, realmente é.” Segette Frank, de Los Angeles, disse que costumava fazer compras em várias regiões da cidade. “Agora fico por perto porque não quero ficar sem gasolina”, afirmou. Em Chicago, a CityPoint Community Church planeja distribuir US$ 5.000 (R$ 25.046,50) em cartões de gasolina, de US$ 25 (R$ 125,23) cada, nas próximas semanas. O pastor Demetrius Davis afirmou que mais de 70 cartões já foram distribuídos após os cultos do Dia das Mães. “O transporte não é um luxo para muitas famílias”, disse ele. “É uma questão de sobrevivência.” Até agora, a crise não provocou aumento na compra de veículos elétricos, mas trouxe alívio para os motoristas desses modelos. John Stringer, presidente da Tesla Owners of Silicon Valley — grupo de entusiastas da marca —, publicou recentemente um vídeo no TikTok mostrando a placa de um posto de gasolina com preços altos. “Ah, cara, gostaria que esse fosse um problema com o qual eu tivesse que lidar”, diz Stringer, em tom de brincadeira, antes de virar a câmera para o Cybertruck. Embora tenha sido uma piada, Stringer afirma que o alívio é real. “Não sei qual foi a última vez que olhei os preços da gasolina, exceto para esse vídeo.” Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal

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📅 19/05/2026 às 07:44h

Volkswagen avalia ceder fábricas ociosas para montadoras chinesas

Fábrica da Volkswagen em Emden, na Alemanha Lars Penning/dpa/picture alliance via DW Diante de uma das maiores crises da sua história, a Volkswagen estuda liberar parte das linhas de produção ociosas em fábricas baseadas na Alemanha para montadoras chinesas de veículos elétricos. Um dos focos dessa mudança pode ser uma planta em Zwickau, no estado da Saxônia, no leste da Alemanha. Semana passada, o secretário saxão de Economia, Dirk Panter, afirmou que a "China é uma oportunidade" e que, "se vermos essa chance, devemos aproveitá-la". Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo "Nosso critério não é a ideologia, mas a viabilidade industrial futura e a segurança dos postos de trabalho da Volkswagen na Saxônia", afirmou o secretário. A planta em Zwickau foi fruto de um aporte de 1,5 bilhão de euros, em 2019, para que fosse utilizada exclusivamente para a produção de veículos elétricos. No entanto, a fábrica nunca atingiu toda a capacidade e a ideia agora é que algumas linhas de produção possam ser utilizadas por fabricantes chineses, como forma de preservar postos de trabalho. Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal Recentemente, o governador do estado alemão da Baixa Saxônia, Olaf Lies, também se mostrou aberto à possibilidade de chineses produzirem modelos em plantas ociosas da Volkswagen. A posição de Lies tem maior peso, já que o estado da Baixa Saxônia detém 20% das ações do grupo Volkswagen. "São declarações que, há apenas alguns anos, teriam sido consideradas heresia em Wolfsburg [sede mundial da Volkswagen]", apontou uma análise publicada nesta semana pelo semanário alemão Die Zeit. "Por décadas, a Alemanha exportou sua tecnologia automotiva para a China; hoje, a indústria alemã discute trazer tecnologia e marcas chinesas para suas próprias fábricas. A razão: as fábricas alemãs e europeias já não operam com capacidade suficiente em muitos lugares, colocando em risco dezenas de milhares de empregos", prosseguiu o jornal. A Volkswagen vem enfrentando problemas com a transição para os carros elétricos, que está ocorrendo mais lentamente do que planejado. Por outro lado, montadoras chinesas estão entrando com força no mercado europeu, cuja produção vem sofrendo com a política tarifária dos Estados Unidos e com os altos custos de energia e com mão de obra no continente. Além, disso, a Volkswagen, que registrou uma queda de 44% no lucro líquido em 2025, anunciou um plano de reestruturação com o corte de 50 mil postos de emprego na Alemanha até 2030 com o objetivo de enxugar os custos. Conversas com a China ocorrem desde 2024, diz jornal Uma reportagem do jornal alemão Handelsblatt, publicada nesta segunda-feira (18/05), afirma que as conversas com montadoras chinesas que poderiam utilizar as estruturas da Volkswagen vêm ocorrendo desde 2024. Citando quatro fontes internas em anonimato, o periódico afirma que foram discutidas colaborações com a SAIC, estatal chinesa e parceira da Volkswagen no país asiático, que poderia utilizar uma fábrica em Emden, no noroeste do país. À época, no entanto, as negociações não tiveram sucesso, acrescenta o Handelsblatt. A continuidade das operações na planta de Emden foi, junto com a de Zwickau, colocada em dúvida em 2024 pelo CEO da Volkswagen, Oliver Blume, que também citou mais duas fábricas sob risco: a de Hannover e a Neckarsulm, da marca Audi. Nesse contexto, o grupo está analisando vários cenários. Uma possibilidade seria trazer mais tecnologia e modelos das operações da Volkswagen na China para a Europa. Outra seria disponibilizar a capacidade ociosa para parceiros chineses da montadora, como a Xpeng, com a qual a VW já desenvolveu modelos conjuntos e na qual o grupo alemão detém participação de 5%. Ainda segundo o jornal Handelsblatt, a direção da Volkswagen rejeita por enquanto a ideia de que montadoras que não são ligadas ao grupo, como a BYD, adquiram fábricas inteiras da montadora alemã. Receio de espionagem industrial Na última quarta-feira (13/05), o secretário de Economia da Saxônia defendeu o investimento chinês na indústria automotiva local durante sessão na Assembleia estadual. Membros de outros partidos, no entanto, advertiram para os possíveis riscos da presença estrangeira na indústria local. "A China é um dos Estados mais agressivos do mundo quando se trata de espionagem. Vou dizer isso claramente. Não são segredos", afirmou o deputado estadual Wolfram Günther. O parlamentar acrescentou que as negociações entre Saxônia e Taiwan no setor de semicondutores podem ser um complicador a mais. "Isso também pode gerar grandes desafios, se a China continental tiver algum envolvimento aqui, pois sabemos o que está em jogo e quais são as linhas de conflito", complementou ele. Já a líder da bancada do partido A Esquerda, Susanne Schaper, citou a empresa SRW metalfloat, de reciclagem e gestão de resíduos, que tem sede na Saxônia e é controlada por acionistas chineses. "Trabalhadores e o sindicato relataram confrontos duros com o proprietário chinês. E falaram sobre a recusa ao diálogo e uma compreensão do trabalho que é incompatível com a nossa. Não podemos esquecer experiências como essas quando falamos de participação ou joint ventures", declarou Schaper. "A ideia é provocadora: fábricas alemãs, trabalhadores alemães qualificados, tradição de engenharia alemã — mas marcas chinesas e tecnologia chinesa. O debate toca em um ponto nevrálgico, pois é mais do que apenas uma questão de política industrial; diz respeito também à imagem que a Alemanha tem de si como nação produtora de automóveis", apontou o jornal Die Zeit.

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