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📅 18/05/2026 às 12:59h

Montadora chinesa Xpeng inicia produção em massa de robotáxis

Carros de montadoras que incluem Xpeng em porto de Zeebrugge. Yves Herman/ Reuters A fabricante chinesa de veículos elétricos Xpeng anunciou nesta segunda-feira (18) o início da produção em massa de seu primeiro robotáxi. O objetivo seria o de oferecer serviços de transporte de passageiros totalmente autônomos até o início de 2027. A rival da Tesla vem acelerando seus planos para veículos autônomos e robôs humanoides, à medida que a concorrência se intensifica no maior mercado automotivo do mundo. O táxi-robô, construído com base na plataforma GX da Xpeng, é o primeiro modelo do tipo na China a chegar pré-montado e pronto para produção, desenvolvido inteiramente com tecnologias próprias, informou a empresa. Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal A Xpeng planeja iniciar, no segundo semestre deste ano, a operação piloto de um serviço de robotáxis. A empresa deverá produzir de centenas a milhares de robotáxis nos próximos 12 a 18 meses, afirmou o presidente, Brian Gu, em entrevista à Reuters no mês passado. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo

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📅 18/05/2026 às 10:13h

Comissão aprova projeto de lei que suspende por 10 anos CNH de motorista que causar morte ao volante

São Carlos registra 27 mortes em acidentes de trânsito em 1 ano, aponta Infosiga Ely Venancio/EPTV A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que endurece as penas para o crime de homicídio culposo (quando não existe intenção de matar) ao conduzir veículos. O texto do PL 276/26, aprovado na última quarta-feira (13), estabelece em 10 anos a suspensão da CNH e aumenta o tempo de prisão. Atualmente, o artigo 293 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB) determina entre dois meses e cinco anos o tempo de suspensão do direito de dirigir para o condutor que for condenado por homicídio culposo. ? Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Hoje, a pena de detenção determinada pelo CTB é de dois a quatro anos. O projeto de lei aumenta esse tempo para detenção de quatro a oito anos. O projeto agora será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Na mesma sessão, a comissão também aprovou regras para o uso de óculos inteligentes ao volante. Vídeos em alta no g1 Segundo a autora do projeto, deputada Delegada Ione (Avante-MG), aumentar o tempo de suspensão de CNH tem caráter preventivo, pois afasta por período significativo o condutor que se mostrou incapaz de dirigir com segurança. Ainda de acordo com a deputada, é legítimo o Estado adotar uma pena para desestimular comportamentos imprudentes e negligentes ao volante. O relator do projeto na Comissão, deputado Bebeto (PP-RJ), manteve a redação original do projeto. “Embora o tipo penal permaneça culposo, é inegável que muitas das condutas enquadradas nesse dispositivo decorrem de violações graves do dever objetivo de cuidado, revelando acentuada reprovabilidade social”, detalhou o deputado em seu voto.

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📅 18/05/2026 às 08:08h

Carros inteligentes: como você pode estar sendo espionado sem saber (e o que fazer para evitar)

Os carros modernos são computadores sobre rodas, e grandes corporações estão usando esses veículos para coletar detalhes íntimos sobre a sua vida e lucrar ainda mais com isso Getty Images via BBC Carros costumavam significar liberdade. Quando peguei as chaves do velho Toyota da minha família pela primeira vez, parecia um rito de passagem. Era um sinal de que eu já tinha idade suficiente para escapar do olhar vigilante dos meus pais e entrar em um mundo em que o tempo e as decisões pertenciam apenas a mim. As coisas mudaram. Os carros modernos são computadores sobre rodas, e grandes corporações estão usando esses veículos para coletar detalhes íntimos sobre a sua vida e lucrar ainda mais com isso. ?????Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Se você acha que dirigir ainda representa um momento de privacidade e independência, talvez seja melhor pensar novamente. E tudo indica que a situação está prestes a piorar bastante. As próprias montadoras admitem isso, se você ler as suas políticas de privacidade. As informações coletadas podem incluir dados precisos sobre todos os lugares por onde você passa, quem está no carro com você, o que toca no rádio e até se você coloca o cinto de segurança, dirige acima da velocidade ou freia bruscamente. Veja os vídeos em alta no g1 Vídeos em alta no g1 Algumas empresas conseguem coletar informações ainda mais inesperadas, como peso, idade, raça e expressões faciais. Você cutuca o nariz? Alguns carros têm câmeras internas apontadas para o banco do motorista. E a maioria já sai de fábrica conectada à internet, que pode enviar esses dados enquanto você dirige sem perceber. Esse problema de privacidade também pode afetar o seu bolso. Entre os principais clientes desses dados estão as seguradoras, que usam essas informações para cobrar preços mais altos de alguns motoristas. Mas é impossível saber exatamente para onde seus dados estão indo. Algumas montadoras admitem vender essas informações, mas não são obrigadas a revelar quem as compra. Isso sem falar no desconforto que tudo isso pode causar. Segundo especialistas, a maioria dos consumidores nem sabe que isso acontece. "As pessoas ficariam chocadas com a quantidade de dados que seus carros coletam e transmitem para as montadoras ou aplicativos externos", afirma Darrell West, pesquisador sênior do Center for Technology Innovation, do Brookings Institute, em Washington D.C., nos Estados Unidos. "Basicamente, isso significa que a sua vida pode ser reconstruída quase segundo a segundo." Você já está se sentindo desconfortável? Uma lei federal prestes a entrar em vigor nos EUA vai ampliar ainda mais a quantidade de dados que os carros poderão coletar sobre seus motoristas. Em breve, montadoras americanas serão obrigadas a instalar câmeras biométricas infravermelhas e outros sistemas capazes de analisar linguagem corporal, rastrear movimentos dos olhos e monitorar outros aspectos do comportamento para identificar se o motorista está bêbado ou cansado demais para dirigir. Ao mesmo tempo, isso abrirá espaço para uma nova leva de dados sobre saúde e hábitos pessoais. Não existem regras que limitem o que as montadoras podem fazer com essas informações. É claro que também existem vantagens. Carros conectados à internet podem ser mais práticos. Os sensores instalados nesses veículos podem tornar a direção mais segura e confortável. Seguradoras também podem decidir cobrar menos de motoristas considerados prudentes ao volante. Mas, com as montadoras expandindo rapidamente seus impérios de dados, este é um momento importante para entender o que acontece nesse universo e como isso afeta você. A supervia dos dados Se o seu carro for relativamente novo, provavelmente já faz parte disso. A consultoria McKinsey estimou que 50% dos carros em circulação em 2021 tinham conexão com a internet e previu que esse número chegará a 95% até 2030. Se o seu carro está conectado, privacidade provavelmente já é uma questão que deveria preocupar você. As montadoras também conseguem monitorar usuários quando eles conectam o celular ao sistema multimídia do veículo ou utilizam determinados aplicativos voltados para dirigir. Alguns motoristas ainda aderem aos sistemas de telemetria das seguradoras, que acompanham o comportamento ao volante em troca de possíveis descontos. Uma análise feita em 2023 pela Mozilla, responsável pelo navegador de internet Firefox, examinou as políticas de privacidade de 25 marcas de automóveis. Nenhuma delas atendeu aos padrões de privacidade e segurança usados pela Mozilla em suas comparações. Segundo a Mozilla, carros são "a pior categoria de produto que já avaliamos em termos de privacidade". De acordo com o relatório, as montadoras se reservam o direito de coletar informações como nome, idade, raça, peso, dados financeiros, expressões faciais, tendências psicológicas e outros dados pessoais. A política de privacidade da Kia, por exemplo, sugere que a empresa pode até coletar informações sobre a "vida sexual" e a saúde geral dos motoristas. James Bell, porta-voz da Kia, afirmou que a empresa nunca coletou dados sobre a vida sexual ou a saúde de motoristas. Segundo Bell, essas categorias aparecem na política de privacidade apenas porque a companhia reproduz a definição de "dados sensíveis" adotada pelo Estado da Califórnia. Ele afirmou que as práticas de privacidade da Kia são transparentes e que a empresa só compartilha dados com seguradoras quando os motoristas autorizam. A companhia, no entanto, não explicou quais tipos de "dados sensíveis" efetivamente coleta. As informações coletadas podem incluir dados precisos sobre todos os lugares por onde você passa, quem está no carro com você, o que toca no rádio e até se você coloca o cinto de segurança, dirige acima da velocidade ou freia bruscamente Getty Images via BBC Talvez seja difícil imaginar concretamente como isso funciona, mas os carros atuais estão repletos de sensores: nos bancos, no painel, no motor, no volante, praticamente em toda parte. Muitos veículos, por exemplo, têm câmeras internas e externas. Se você faz alguma coisa dentro de um carro moderno, há grandes chances de existir algum mecanismo capaz de informar a empresa disso. A Mozilla descobriu que 19 montadoras afirmam, em suas políticas, que podem vender dados dos usuários, e isso já acontece na prática. Nos EUA, órgãos estaduais e federais adotaram medidas contra a General Motors (GM) por supostamente vender dados de localização de veículos sem consentimento dos motoristas. Senadores americanos também acusaram a Honda e a Hyundai de práticas semelhantes, e esses são apenas os casos que vieram a público. "Elas pegam todas as informações que coletam sobre você, e isso é muita coisa, e usam esses dados para tirar conclusões sobre quem você é, qual é o seu nível de inteligência, seu perfil psicológico e suas crenças políticas", afirma Jen Caltrider, analista de privacidade que liderou a pesquisa da Mozilla sobre automóveis. "Esse é o tipo de coisa em que as pessoas normalmente não pensam." Segundo Caltrider, praticamente não existem regras sobre quem pode comprar esses dados ou para quais finalidades eles podem ser usados. As informações podem servir para direcionar publicidade, influenciar decisões de contratação e até ser adquiridas por autoridades policiais quando não conseguem autorização judicial para acessar determinados dados. Depois que essas informações deixam o painel do carro, o motorista perde qualquer controle sobre para onde elas vão. E a situação pode piorar Isso vai além de as empresas espiarem sua vida privada. Por exemplo, a GM vendeu informações de motoristas para uma empresa chamada LexisNexis, especializada na compra e venda de dados de consumidores. Um motorista que obteve acesso ao material descobriu, segundo relatos, que a LexisNexis tinha 130 páginas de informações detalhando todas as viagens feitas por ele e pela esposa ao longo de seis meses. Ele contou ao jornal americano The New York Times que, depois de um aumento de 21% no valor do seguro, um corretor informou que os dados haviam influenciado o reajuste. A LexisNexis não respondeu ao pedido de entrevista da BBC. A Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) tomou medidas contra a GM, que agora está proibida de vender dados de veículos pelos próximos cinco anos. Depois disso, a GM poderá retomar a prática desde que obtenha o consentimento explícito dos motoristas e cumpra outras exigências. Enquanto isso, a LexisNexis e outras empresas continuam comercializando dados de veículos obtidos de outras montadoras e de aplicativos usados por motoristas. A GM também não respondeu aos pedidos de entrevista da BBC. Acordos entre seguradoras, montadoras e empresas especializadas na compra e venda de dados são comuns e, desde que essas práticas estejam descritas nas políticas de privacidade aceitas pelos usuários, tudo isso é perfeitamente legal. "As seguradoras vêm coletando enormes quantidades de dados dos consumidores, especialmente informações sobre hábitos de direção, e usando isso para tentar cobrar prêmios [preços] mais altos, negar cobertura ou classificar clientes em diferentes categorias", afirma Michael DeLong, pesquisador e ativista da Consumer Federation of America, organização sem fins lucrativos dos EUA voltada à defesa do consumidor. As montadoras afirmam que obtêm autorização antes de monitorar os motoristas. Na prática, isso normalmente significa aceitar formulários e políticas de privacidade ao configurar o sistema multimídia do veículo ou aplicativos conectados ao carro. Em alguns modelos, esses avisos aparecem toda vez que o motorista liga o veículo. Você leu esses termos? Provavelmente não. As montadoras também conseguem monitorar usuários quando eles conectam o celular ao sistema multimídia do veículo ou utilizam determinados aplicativos voltados para dirigir Getty Images via BBC Nos EUA, não existe uma lei federal abrangente sobre privacidade. As proteções adotadas por alguns Estados são fragmentadas e, segundo especialistas, insuficientes. A situação é um pouco melhor na Europa, incluindo o Reino Unido, onde existem proteções específicas para determinados tipos de dados sensíveis e consumidores têm alguns direitos, como acessar informações pessoais e solicitar sua exclusão. Ainda assim, o problema está longe de ser resolvido na Europa. "Os europeus continuam subordinados às políticas de privacidade", afirma Caltrider. "E é preciso confiar que as regras serão cumpridas e fiscalizadas, algo que nem sempre acontece, especialmente no setor automotivo." O problema não é novo, mas há motivos para acreditar que ele esteja se acelerando. Uma lei americana determina que, nos próximos anos, montadoras instalem em novos veículos de passeio tecnologias avançadas de prevenção à direção sob efeito de álcool ou fadiga. O objetivo é impedir que pessoas dirijam alcoolizadas, cansadas ou sem condições adequadas para conduzir, usando câmeras infravermelhas e outros sistemas de monitoramento. O problema, segundo Caltrider e outros especialistas, é que a lei não prevê nenhuma regra sobre o destino dos dados gerados por essas tecnologias. Um porta-voz da Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário dos EUA (NHTSA, na sigla em inglês), órgão responsável por implementar a regra, afirmou que a agência "está comprometida em reduzir mortes causadas por motoristas sob efeito de álcool usando todas as ferramentas disponíveis" e que "continua avaliando temas críticos e complexos", como preocupações relacionadas à privacidade. A implementação da lei provavelmente será adiada porque a tecnologia ainda não está pronta, mas especialistas em privacidade já demonstram preocupação. "Precisamos impedir que motoristas alcoolizados dirijam, e seria ótimo se houvesse garantias de que esses dados não serão usados para outras finalidades, mas não é isso que está acontecendo", afirma Caltrider. "Muitos dos avanços de coleta de dados em carros são apresentados sob o argumento da segurança." Segundo Caltrider, isso pode entregar à indústria automotiva um enorme volume de informações que, na prática, equivalem a dados médicos — sem salvaguardas adequadas. Como acontece com muitos problemas ligados à privacidade, a questão dos dados automotivos não tem uma solução simples, mas há algumas medidas que os consumidores podem tomar. "Se você se preocupa com privacidade, não participe dos programas de telemetria das seguradoras", afirma DeLong. Segundo ele, os riscos são relevantes e os descontos prometidos não são garantidos. Uma análise feita pelo Estado de Maryland, nos EUA, mostrou que 31% dos motoristas tiveram redução no valor do seguro, enquanto 24% passaram a pagar mais. Para 45%, não houve mudança. No Reino Unido, na União Europeia e em alguns Estados americanos, consumidores podem solicitar uma cópia dos dados coletados pelas empresas e optar por impedir a venda ou o compartilhamento dessas informações. Também é possível exigir às empresas a exclusão dos dados. No Brasil, as regras sobre compartilhamento de dados pessoais estão definidas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Algumas montadoras oferecem configurações de privacidade capazes de limitar o compartilhamento e a coleta de informações. Essas opções costumam estar disponíveis no sistema multimídia do veículo e nos aplicativos conectados ao carro. A revista americana Consumer Reports publicou um guia detalhado sobre o tema. Essas medidas podem ajudar, afirma Caltrider, mas ele argumenta que os consumidores não deveriam precisar fazer tanto esforço para impedir violações de privacidade. "Enquanto as regras não mudarem, enquanto os dados não forem realmente nossos e as empresas tiverem de pedir autorização para usá-los, acho que esse problema só vai piorar cada vez mais."

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📅 15/05/2026 às 14:13h

É #FAKE mensagem que cita 'novas multas valendo a partir de hoje'; texto voltou a circular

É #FAKE mensagem que cita 'novas multas valendo a partir de hoje'; texto voltou a circular Reprodução Circula nas redes sociais uma mensagem alegando que teria começado a valer "a partir de hoje" uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) com novas multas de trânsito, reajuste de valores de infrações e cancelamento automático de CNH vencida. É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 ???? Como o conteúdo chegou ao Fato ou Fake? Leitores enviaram a mensagem ao nosso WhatsApp: +55 (21) 97305-9827. ???? Como é a mensagem? Compartilhada no WhatsApp, a mensagem alega que "a partir de hoje" — sem especificar uma data — estaria valendo a "Resolução CONTRAN N°333 de 2016" sobre novas multas de trânsito. O texto cita diversas infrações, incluindo algumas que não estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), como "insulto entre motoristas", e alerta que houve um suposto reajuste nos valores dessas multas. O conteúdo também menciona "novas regras do Detran", com multa de R$ 1200 e cancelamento automático da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) caso o documento não seja renovado em até 30 dias após o vencimento. Mas isso não é verdade. Ao Fato ou Fake, o Ministério dos Transportes desmentiu a suposta resolução e afirmou não que não há qualquer mudança como essa na renovação da CNH. Em agosto de 2018, o Fato ou Fake desmentiu uma mensagem com as mesmas alegações. Todos os valores citados no conteúdo estão incorretos, sendo a maioria uma cobrança maior do que a oficial (veja verdadeiros valores ao final da reportagem). Veja o que diz a mensagem fake: "NOVAS MULTAS VALENDO A PARTIR DE HOJE: Proibido o uso de películas escuras multa R$370.70 (Mais a retirada) Farol ou lanterna queimada multa R$210.15(Por lâmpada) Pneus ruins multa R$760.65 (Por cada pneu ruim) Limpador de vidros multa R$202.12 Carro em estado ruim, multa R$3.340,89 (+ Apreensão do veiculo) Fumar guiando multa R$193.70 Não parada para pedestres andando ou não pela faixa , multa R$358.98 Insultos entre motoristas flagrados por qualquer Agente de Trânsito, multa R$107.23 Som alto , NÃO importando o horário, multa R$69.73 Rodas com aro maior ou menor que o fabricante do veículo, multa R$278.66 As Blitzs vão fazer a festa ! Muita gente não sabe! Resolução CONTRAN N°333 de 2016 - Fica a dica! ?? Lembrando a todos - A partir de hoje, valendo em todo o Brasil. Os novos valores reajustados das multas de trânsito. ????????Ser flagrando falando ao celular R$ 574,00 Furar SINAL VERMELHO foi de 125,00 para R$ 780,00 Ultrapassar em faixa continua ou local proibido agora é 1.915,00 ACABOU A FARRA DAS MULTINHAS DE R$68,00 - R$85,00 - R$125,00 AVISE AOS DESAVISADO ???? NOVAS REGRAS DO DETRAN >A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) só pode ser Renovada durante o prazo de no máximo 30 dias após o seu vencimento; >Após este prazo, a CNH é cancelada automaticamente e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: Psicotécnico . Legislação e o Exame de Rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou CNH; >Tudo isto , sem se falar na multa para tirar novamente a CNH, que fica por volta de R$ 1.200,00 e leva de 2 a 3 meses. ?? REPASSEM para que ninguém seja pego desprevenido!!". ?? Por que é #FAKE? O Fato ou Fake mostrou, por e-mail, a mensagem para a assessoria de comunicação do Ministério dos Transportes, pasta vinculada ao Contran e Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), que desmentiu as alegações e afirmou não existir nenhuma resolução com esse conteúdo: "Não existe a Resolução Contran nº 333/2016 com o conteúdo mencionado que circula em aplicativos de mensagens. Portanto, são falsas as informações divulgadas sobre criação de infrações e alteração de valores de multas". Além disso, também é falso que as regras de renovação da CNH mudaram e que o documento seria automaticamente cancelado após o vencimento — o que configura infração gravíssima (R$ 293,47) é dirigir com uma carteira vencida há mais de 30 dias, não há multa por simplesmente deixar de renovar. "Também não houve alteração nas regras de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). De acordo com o art. 162 do CTB, constitui infração dirigir veículo com a carteira de motorista vencida há mais de 30 dias. Isso significa que, após o vencimento do documento, o condutor possui um período de 30 dias para continuar dirigindo regularmente. Após esse prazo, dirigir com a habilitação vencida caracteriza infração gravíssima". As cobranças exibidas na mensagem fake também não estão de acordo com o que é praticado. Segundo o Ministério do Trabalho, os valores atualmente vigentes são: - infração de natureza gravíssima, com multa no valor de R$ 293,47; - infração de natureza grave, com multa no valor de R$ 195,23; - infração de natureza média, com multa no valor de R$ 130,16; - e infração de natureza leve, com multa no valor de R$ 88,38. Por fim, o Fato ou Fake conferiu as multas citados no conteúdo fake no Código Brasileiro de Trânsito (CBT). Veja abaixo os valores verdadeiros das infrações: Películas escuras: infração de natureza grave, com multa no valor de R$ 195,23. Art. 230. Conduzir o veículo (...) XVI - com vidros total ou parcialmente cobertos por películas refletivas ou não, painéis decorativos ou pinturas; Infração - grave; Penalidade - multa; Medida administrativa - retenção do veículo para regularização; Farol ou lanterna queimada: infração de natureza média, com multa no valor de R$ 130,16. Art. 230. Conduzir o veículo (...) XXII - com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas: Infração: média; Penalidade: multa. "Pneus ruins": infração de natureza grave, com multa no valor de R$ 195,23. Art. 230. Conduzir o veículo (...) XVIII - em mau estado de conservação, comprometendo a segurança, ou reprovado na avaliação de inspeção de segurança e de emissão de poluentes e ruído, prevista no art. 104; Infração: grave; Penalidade: multa; Medida administrativa: retenção do veículo para regularização; Limpador de vidros: infração de natureza grave, com multa no valor de R$ 195,23. Art. 230. Conduzir o veículo (...) XIX - sem acionar o limpador de para-brisa sob chuva: Infração: grave; Penalidade: multa; Medida administrativa: retenção do veículo para regularização; Carro em estado ruim: infração de natureza grave, com multa no valor de R$ 195,23. Art. 230. Conduzir o veículo (...) XVIII - em mau estado de conservação, comprometendo a segurança, ou reprovado na avaliação de inspeção de segurança e de emissão de poluentes e ruído, prevista no art. 104; Infração: grave; Penalidade: multa; Medida administrativa: retenção do veículo para regularização. Fumar enquanto dirige: não há penalidade específica, mas pode ser enquadrado como infração de natureza média, com multa no valor de R$ 130,16, por comprometer o uso adequado das duas mãos ao conduzir o veículo. Art. 252. Dirigir o veículo: (...) V - com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais regulamentares de braço, mudar a marcha do veículo, ou acionar equipamentos e acessórios do veículo; Infração: média; Penalidade: multa. Não parar para pedestres passarem na faixa: infração de natureza gravíssima, com multa no valor de R$ 293,47. Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado: I - que se encontre na faixa a ele destinada; II - que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo; III - portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes: Infração: gravíssima; Penalidade: multa. Não parar para pedestres passarem fora da faixa: infração de natureza grave, com multa no valor de R$ 195,23. Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado: IV - quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada; V - que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo: Infração - grave; Penalidade - multa. Insultos entre motoristas: Não há previsão específica no Código de Trânsito Brasileiro que considere insultos como infração de trânsito. No entanto, segundo o Senatran, algumas condutas observadas por agentes de trânsito podem ser enquadradas em: - Art 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança: Infração leve. Penalidade - multa. - Art 252. Dirigir o veículo: V - com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais regulamentares de braço, mudar a marcha do veículo, ou acionar equipamentos e acessórios do veículo; Infração média. - Art 227. Uso prolongado ou sucessivo da buzina II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto; Infração leve. Som alto não importa o horário: infração de natureza grave, com multa no valor de R$ 195,23. Art. 228. Usar no veículo equipamento com som em volume ou frequência que não sejam autorizados pelo CONTRAN: Infração: grave; Penalidade: multa; Medida administrativa: retenção do veículo para regularização. Rodas com aro maior ou menor do especificado pelo fabricante: alterações nas características originais do veículo sem a devida regularização podem ser enquadradas como infração grave, com multa no valor de R$ 195,23, segundo o Senatran. Art 230. Conduzir o veículo: VII - com a cor ou característica alterada; Infração - grave; Penalidade - multa; Medida administrativa - retenção do veículo para regularização. Uso de celular enquanto dirige: infração de natureza gravíssima, com multa no valor de R$ 293,47. Art. 252. Dirigir o veículo: (...) V - com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais regulamentares de braço, mudar a marcha do veículo, ou acionar equipamentos e acessórios do veículo; VI - utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular; Infração - média; Penalidade - multa. Parágrafo único. A hipótese prevista no inciso V caracterizar-se-á como infração gravíssima no caso de o condutor estar segurando ou manuseando telefone celular. (Parágrafo único incluído pela Lei nº 13.281, de 2016) Passar no sinal vermelho: infração de natureza gravíssima, com multa no valor de R$ 293,47. Art. 208. Avançar o sinal vermelho do semáforo ou o de parada obrigatória, exceto onde houver sinalização que permita a livre conversão à direita prevista no art. 44-A deste Código: (Redação do caput dada pela Lei n. 14.071/20, em vigor a partir de 12ABR21) Infração – gravíssima. Penalidade – multa. Ultrapassar em faixa contínua ou local proibido: infração de natureza gravíssima, com multa no valor de R$ 293,47, sendo que com fator multiplicador 5 (cinco vezes) tem o valor de R$ 1467,35. Art. 202. Ultrapassar outro veículo: I - pelo acostamento; II - em interseções e passagens de nível; Infração - gravíssima; Penalidade - multa (cinco vezes). É #FAKE mensagem que cita 'novas multas valendo a partir de hoje'; texto voltou a circular Reprodução Veja também É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho em zoológico na China É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho de visitantes em zoológico na China VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

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📅 15/05/2026 às 14:00h

Audi Q3 evolui para enfrentar BMW e Mercedes, mas fica devendo em tecnologia; veja o teste

Audi Q3 evolui para enfrentar BMW e Mercedes, mas fica devendo em tecnologia A terceira geração do Audi Q3 já está à venda no Brasil, por R$ 389.990 para a carroceria SUV e R$ 399.990 para um cupê, e desembarca em um segmento dominado por BMW X1 e Mercedes GLA, que começa a abrir espaço para marcas chinesas. É o caso da Denza, divisão de luxo da BYD, e da Wey, marca mais sofisticada da GWM. ? Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Audi Q3 SUV Initial plugin text O g1 passou uma tarde ao volante das duas versões, rodando cerca de 300 km pelo interior de São Paulo. Do total, aproximadamente 10% do percurso foi em área urbana, enquanto o restante ocorreu em estradas, com limite de 120 km/h e tráfego livre. Com diferenças restritas ao preço, ao desenho externo e ao tamanho do teto solar, as duas versões passaram por mudanças internas significativas. A ideia é adotar uma proposta mais tecnológica, linha que a Audi tem seguido principalmente em seus modelos mais caros e elétricos. Audi aposta em tecnologia, mas tropeça na execução Audi Q3 2026 Por fora, o Audi Q3 adota linhas mais fluidas e menos “quadradas” do que as de Mercedes-Benz e BMW, deixando claro um foco maior em modernidade e tecnologia — algo que não é prioridade para suas rivais. Essa proposta aparece em detalhes como o sistema de iluminação em LED com múltiplos pontos. Esses pontos de luz conseguem “recortar” o veículo que vem no sentido contrário e desligar a luz alta apenas nessa área, mantendo a iluminação no restante da via. O sistema vai além e também projeta informações diretamente no asfalto, como: Audi Q3 com iluminação inteligente divulgação/Audi Projetar um retângulo de lado a lado da faixa, com iluminação mais forte do que nas bordas, para aumentar a visibilidade exatamente naquele trecho da pista; As laterais desse retângulo podem "entortar", sinalizando a aproximação de curvas ou de um estreitamento da via; Projetar o símbolo de um floco de neve na pista quando a temperatura externa estiver abaixo de 4?°C, alertando para o risco de gelo na via. Audi Q3 com iluminação inteligente divulgação/Audi Vale destacar que esse recurso está disponível apenas nos modelos vendidos no exterior. Ao g1, a Audi afirmou que não descarta oferecer a tecnologia no Brasil, mas, por enquanto, o modelo nacional conta apenas com ajuste automático do farol alto. Disponível tanto no Brasil quanto no exterior, a iluminação diurna oferece quatro combinações diferentes, permitindo que o motorista personalize o desenho dos LEDs. O mesmo vale para as lanternas traseiras, mas o que mais chama atenção é a iluminação do logotipo da Audi. Audi Q3 com iluminação inteligente divulgação/Audi O logotipo apagado é branco, mas muda para vermelho e fica iluminado quando o motorista aciona o freio ou está com as lanternas acesas. A solução já aparece em alguns modelos chineses, como Avatr 06, Leapmotor C01 e BYD Dolphin, Seal e Yuan Plus em suas versões mais recentes vendidas na China. No Brasil, a iluminação do logotipo traseiro ainda é raríssima e aparece em poucos modelos, como os novos Volkswagen Tiguan e Taos. Audi Q3 2026 divulgação/Audi Outro destaque é o crescimento da <a href="https://meli.la" target="_blank" style="color: #e5a913; font-weight: bold; text-decoration: none;">central multimídia</a>, que saiu de 8,8 para 12,8 polegadas. Além de maior, a tela foi reposicionada e agora fica alinhada ao painel digital de instrumentos. Apesar de também ter bom tamanho, com 11,9 polegadas, o quadro de instrumentos do motorista mostra uma escolha questionável: ele é estreito demais. O tamanho elevado em polegadas se explica pela forma como as telas são medidas: pela diagonal. Isso permite que uma tela seja larga, mas baixa. No Audi Q3, as bordas ficam muito aparentes, e o problema vai além da estética, afetando também a leitura das informações. Quadro de instrumentos do Audi Q3 é fino divulgação/Audi Para reforçar o ponto negativo, a quantidade de informações exibidas é bastante limitada. Na tela, é possível ver apenas: O conta-giros isolado, posicionado no centro; A representação gráfica dos veículos ao redor, identificados pelos sensores do carro; A projeção do Google Maps, do Waze ou do sistema de navegação nativo do carro. Há uma diferença grande em relação ao que os carros da Volkswagen, que é dona da Audi, oferecem. Neles, a personalização dessa mesma tela — que é mais alta — é bem mais ampla. Nesses modelos, é possível adicionar ou remover mostradores analógicos, escolher quais informações aparecem no centro e definir o que é exibido entre eles — ou até optar por uma visualização apenas numérica, sem ponteiros. Até mesmo o Volkswagen Polo, um dos carros mais simples e baratos da marca no Brasil, oferece mais opções de personalização do que o Audi Q3. A limitação da tela estreita poderia ser amenizada com a projeção de informações no para-brisa, recurso que não está disponível no modelo. Além disso, outros dois itens ligados à tecnologia também decepcionam. O primeiro é o piloto automático adaptativo, que mantém corretamente a distância do veículo à frente e identifica carros ao redor, mas não mantém o Q3 centralizado na faixa. O sistema conta com alerta visual de saída de faixa e emite avisos quando o carro começa a se deslocar para fora dela. No entanto, durante o teste, esses alertas não funcionaram em todas as situações. Em alguns trechos de pista livre, o veículo mudou de faixa gradualmente sem qualquer aviso ao motorista. Audi Q3 2026 Outro ponto negativo é a ausência de alerta de ponto cego. Não há luz nos retrovisores nem outro recurso, como uma câmera que mostre o tráfego ao lado do carro. A ausência do recurso é parcialmente compensada por retrovisores mais largos na horizontal, que ampliam o campo de visão em relação a um espelho convencional — solução semelhante à adotada pela Jeep em alguns de seus modelos. Audi Q3 cumpre a proposta premium Quase todo o acabamento do Audi Q3 é macio ao toque. As exceções ficam por conta do plástico preto brilhante no console central e de uma faixa com acabamento metalizado que atravessa o painel de uma ponta à outra. Visualmente, o minimalismo ganhou espaço, mas sem chegar ao exagero visto em marcas como a Volvo. O Audi Q3 ainda atende bem a um público mais conservador, típico de carros premium de fabricantes da Alemanha. O minimalismo aparece em detalhes como o volante, que tem textura mais uniforme e existem menos botões físicos em todo o carro. Para contornar a migração dos comandos do ar-condicionado para a <a href="https://meli.la" target="_blank" style="color: #e5a913; font-weight: bold; text-decoration: none;">central multimídia</a>, a Audi adotou botões virtuais fixos para os ajustes de climatização. A face mais radical do minimalismo aparece no câmbio, que deixou a posição tradicional no console central e foi transferido para a coluna de direção. Ele fica atrás do volante, em uma alavanca fixa que concentra várias funções. No lado direito está o seletor do câmbio. Já à esquerda ficam as setas indicadoras, os comandos dos limpadores do para-brisa e do vidro traseiro, além dos ajustes do farol. Tudo fica concentrado em um único conjunto, que não gira junto com o volante. Barra fixa no Audi Q3 arte/g1 Nos primeiros momentos ao volante, o estranhamento é inevitável e foram necessários alguns minutos para memorizar a posição de cada comando. No início do trajeto, acionar a seta exigia olhar para confirmar onde ela estava localizada. Depois de cerca de uma hora, o estranhamento dá lugar à sensação de um ajuste bem pensado. Os comandos ficam todos ao alcance dos dedos, permitindo até associar cada função a um dedo específico. Para isso, há texturas diferentes para cada função: O limpador do para-brisa dianteiro, por exemplo, usa uma pequena roda com ranhuras; O do vidro traseiro tem um botão liso, com toque mais frio; As setas ficam em uma área mais áspera e reta. Dirigibilidade segue fórmula conhecida O motor continua sendo um 2.0 turbo, agora com mais potência. Ele passou de 231 para 258 cavalos, e o torque chega a 37,7 kgfm. Trata?se do mesmo conjunto usado no Golf GTI vendido na Europa, que tem alguns cavalos a mais do que a versão brasileira. Com esse conjunto, mesmo sendo o SUV mais acessível da Audi, o Q3 apresenta números superiores aos do carro mais potente e caro da Volkswagen no Brasil. A resposta ao acelerador é rápida, com todo o torque disponível já a partir de 1.650 giros. Na prática, isso significa arrancadas sem atraso entre o comando do acelerador e o ganho de velocidade, tudo sem um ronco exagerado do motor. Para quem gosta de ouvir a potência aparecendo, o Q3 pode parecer silencioso demais — ainda assim, entrega desempenho rápido. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 5,9 segundos. Na comparação com o Golf GTI, o hatch esportivo da Volkswagen cumpre a mesma prova em 6,1 segundos, mesmo sendo mais leve e menor. Motor 2.0 turbo do Audi Q3 divulgação/Audi Enquanto houve avanços no visual, na potência e em parte da tecnologia, a dirigibilidade mudou pouco, resultando em sensações mistas ao volante. A suspensão é mais firme do que a de um Volkswagen, por exemplo, algo que não chega a ser novidade nos carros da Audi. A suspensão mais rígida, combinada com a tração integral nas quatro rodas, garante boa estabilidade em velocidades mais altas e maior controle da carroceria em curvas. Por outro lado, nos 10% de percurso urbano — em sua maior parte na cidade de São Paulo (SP) — os impactos causados por buracos são mais percebidos pelos ocupantes. Com isso, o conforto no uso urbano fica abaixo do oferecido por SUVs chineses. Vale a pena? O Audi Q3 continua tratando a tecnologia como um dos pilares do projeto, algo que a marca vem adotando há algum tempo — como no retrovisor com câmera no lugar do espelho, visto nos modelos elétricos da Audi. Há avanços nessa área, mas o modelo falha justamente em aspectos básicos da tecnologia. Um piloto automático menos completo do que o de carros mais baratos e um painel de instrumentos estreito, com poucas opções de personalização, vão na contramão dessa proposta. Ainda assim, para quem busca um carro premium potente, com uma dirigibilidade mais envolvente, o Q3 se mostra uma boa opção. A combinação de avanços pontuais com um motor forte o deixa mais preparado para enfrentar a chegada de marcas como Denza e Wey, por exemplo. Ao mesmo tempo, o modelo reforça sua distância em relação a Mercedes-Benz e BMW, marcas mais tradicionais no luxo e no visual. Entre as alemãs, a concorrência direta fica com: BMW X1: a partir de R$ 330.950; Mercedes GLA: a partir de R$ 359.900. A BMW ainda amplia a oferta ao disponibilizar uma versão 100% elétrica do X1, chamada de iX1, com preço a partir de R$ 383.950.

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